ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS

Aparecem muitas dúvidas quando o graduando ou mesmo pós-graduando tenta iniciar uma investigação científica. “Como iniciar? Como colocar minhas ideias no papel?”, muitos se perguntam. Mais dificuldades aparecerão se não tiver um orientador que possa encaminhá-lo em seu pré-projeto. Tendo uma ideia, como verificar se ela já foi estudada, comprovada, ou mesmo abandonada? A informatização facilitou muito os pesquisadores: por meio das palavras-chave, sabemos quais trabalhos já foram feitos, o quanto foi aprofundada a sua pesquisa e se é original (no caso de tese de doutorado). E depois, já na fase da pesquisa bibliográfica, esse orientador indicará obras, autores que tenham relação com o tema a ser desenvolvido pelo orientando. Quais dados deverão ser colhidos? Quais deverão ser registrados? Como registrá-los? Nesse processo dialógico, orientando e orientador se interagem, respeitando a autonomia e a personalidade de cada um. O orientador exerce o papel de educador, cuja experiência mais amadurecida interage com o mundo cultural e científico em construção do orientando, e ambos crescem.

E é esse trabalho que desenvolvemos com as pessoas que nos procuram: leitura e discussão conjuntas, troca de ideias, de apresentação de sugestões e críticas, de respostas e argumentações, tanto quanto ao conteúdo como da forma do trabalho.

A COMUNICAÇÃO FAZ ACONTECER!